poda de videira dupla - poda invertida

Descobri o prazer de mergulhar no mundo fascinante dos vinhos já há quase três décadas, e foi paixão à primeira taça. Desde então, dedico-me ao conhecimento e aprendizado dessa maravilhosa e fascinante bebida, desvendando a cada dia diferentes sensações e experiências únicas, que só mesmo o vinho é capaz de proporcionar. Consegui aliar o prazer ao trabalho, prestando assessoria, consultoria e hoje desenvolvo cursos na área de vinhos, espumantes e harmonização enogastronômica, fazendo um trabalho inovador, diferenciado e profissional, com destaque ao serviço especializado de vinhos executado pelo sommelier. Saúde!


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vinho para iniciantes e iniciados


 

A grande maioria dos termos relacionados ao assunto Vinho, tem sua origem justamente dos países com tradição vitivinícola.

A França com certeza é a campeã, mas muitos termos e palavras também surgiram de países como Itália, Portugal, Espanha, EUA, alguns da América do Sul e outros tantos … e acabaram se incorporando ao vocabulário vinífero, trazendo grande importância para um melhor entendimento da cultura da vinha e do vinho.

 

 

Exemplos?

Claro que temos!

* Seus significados/traduções estão ao final do texto, ok!

– Da França, como dissemos, temos vários termos conhecidos como assemblage, bouquet, brut, champenoise (método), perlage, terroir;

–  Da Itália termos cantina, passito, Vino da Tavola, bem familiares;

–  De Portugal alguns como Porto, quinta e dezenas mais;

–  Na Espanha também encontramos inúmeros termos ligados ao assunto, como bodega, cava ou roble;

–  Dos “States” temos o blend;

–  Da América do Sul o chamado vinho reservado.

Ou seja, o vinho é uma cultura universal, com termos globalizados, mas também com muitas particularidades. Mas e o Brasil? Opa! Também temos algumas cartas, não mais escondidas na manga …

E uma delas refere-se não especificamente a um termo, mas sim a uma técnica de produção de vinhos finos e manejo de vinhas, desenvolvida na região Sudeste do país, mais precisamente no estado de Minas Gerais, e que ficou conhecida como DUPLA PODA ou PODA INVERTIDA.

Essa técnica, praticada por pelo menos cinco estados brasileiros (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Goiás) na verdade consiste na alteração do ciclo reprodutivo das vinhas, já que ao invés da colheita da uva ser realizada no verão, quando existe forte possibilidade de incidência de chuvas, as uvas são colhidas (a chamada vindima) no inverno.

Entendendo melhor, na maior parte da região Sudeste (mais ao sul do estado de MG) na época do inverno, ocorre uma amplitude térmica – em breves palavras a variação da temperatura entre o dia e a noite – muito propícia para a colheita de uvas destinadas a produção dos vinhos finos, pois apresenta dias bastante ensolarados em contrapartida a noites mais frias, aliado a um solo também mais seco nessa época.

Esse conjunto de condições resulta quase sempre em uma maior concentração de açúcar e álcool na fruta, permitindo uma produção de vinhos finos de qualidade.

A dupla poda inicia-se primeiramente com a poda de formação, feita entre os meses de agosto e setembro, quando então os ramos frutíferos surgem e são descartados. Já na segunda poda, também chamada de poda de produção e que é realizada em janeiro quando a maturação novamente se inicia, temos as videiras começando a brotar em fevereiro, florescendo em março e a partir de abril começam a ocorrer a formação dos cachos, para que então no inverno, tenhamos a colheita.

E parece mesmo que essa técnica já guarda algumas curiosidades, como por exemplo com os relatos datados de 1819 do botânico francês August de Saint’Hilaire (ele era um  botânico, naturalista e viajante francês que percorreu os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e conheceu as nascentes do Jequitinhonha e do São Francisco) que comprovou uma relação de superioridade das uvas colhidas no inverno no sul de Minas Gerais, com as colhidas no verão.

Mas muito se deve mesmo ao pesquisador e Coordenador do Programa Estadual de Pesquisa em Vitivinicultura da Epamig – Minas Gerais, Murillo de Albuquerque Regina, que foi o primeiro a aplicar a técnica da dupla poda para produzir vinhos finos, ou seja, com uvas Vitis viníferas (as uvas de origem européia).

Hoje em dia a região produz exemplares com uma grande maioria de cepas destinadas a colheita no inverno, como por exemplo as brancas chardonnay e sauvignon blanc e tintas como merlot, cabernet sauvignon, syrah, tempranillo, pinot noir e cabernet franc. Temos ainda as variedades petit verdot, grenache e mourvèdre! Os espumantes também estão presentes tanto os produzidos pelo método Charmat, como pelo método Champonoise.

Como podemos constatar, dia após dia a vitivinicultura brasileira vem apresentando soluções criativas, estudos aprofundados, técnicas modernas e investimentos tecnológico e humano, para que possamos avançar cada vez mais na produção de vinhos finos e posicionar o Brasil como um grande produtor perante o mercado mundial. E com isso, almejamos alavancar também nosso consumo de vinhos por pessoa, que ao ano não ultrapassa dois litros!

Vamos continuar a desempenhar esse nosso papel de disseminadores da linda cultura do vinho, seja ela proveniente do cultivo tradicional ou da dupla poda.

Assim como já fazem dezenas de produtores que têm tradição, qualidade e valorizam o vinho nacional, como os do Rio Grande do Sul, vamos também valorizar e lembrar que temos excelentes exemplos em Santa Catarina, no Paraná, interior de São Paulo, Vale do São Francisco (principalmente entre a Bahia e Pernambuco), Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso. E num futuro próximo, com muito trabalho e dedicação, poderemos relacionar outros tantos estados produtores mais, que também estarão ajudando a escrever grandes capítulos da história da vitivinicultura nacional.

 

Vinho: vida longa, feliz e saudável

Glossário:

 

AMÉRICA DO SUL

– Vinho reservado: normalmente vinhos de entrada, sem estágio em barricas e prontos para o consumo.

 

ESPANHA

– Bodega: o mesmo que vinícola.

– Cava: denominação de origem para alguns vinhos espumantes da Espanha.

– Roble: significa carvalho.

 

ESTADOS UNIDOS

– Blend: vinhos que possuem mais de um tipo de uva.

 

FRANÇA

– Assemblage: mistura de duas ou mais variedades de uva na produção de um vinho.

– Bouquet: relacionado à complexidade de aromas em vinhos envelhecidos em tanques, barricas de madeira ou mesmo garrafa.

– Brut: classificação de espumantes relacionada à concentração de açúcar medida no vinho.

– Cave: local onde ficam armazenados os vinhos, com temperatura e iluminação controladas.

– Champenoise: método de produção dos Champagnes com a segunda fermentação na garrafa.

– Perlage: borbulhas de gás carbônico principalmente nos espumantes.

– Terroir: conjunto de fatores como solo, subsolo, clima, altitude e o trabalho do homem.

 

ITÁLIA

– Cantina: vinícola em italiano.

– Passito: vinho elaborado através de um método chamado Passerillage, que consiste na secagem das uvas após a sua colheita.

– Vino da Tavola: significa vinho de mesa.

PORTUGAL

– Vinho do Porto: vinho fortificado produzido na região do Douro em Portugal.

– Quinta: designa uma propriedade agrícola.

 

 


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vinho para iniciantes e iniciados


 

  

A grande maioria dos termos relacionados ao assunto Vinho, tem sua origem justamente dos países com tradição vitivinícola.

A França com certeza é a campeã, mas muitos termos e palavras também surgiram de países como Itália, Portugal, Espanha, EUA, alguns da América do Sul e outros tantos … e acabaram se incorporando ao vocabulário vinífero, trazendo grande importância para um melhor entendimento da cultura da vinha e do vinho.

Exemplos?

Claro que temos!

* Seus significados/traduções estão ao final do texto, ok!

– Da França, como dissemos, temos vários termos conhecidos como assemblage, bouquet, brut, champenoise (método), perlage, terroir;

–  Da Itália termos cantina, passito, Vino da Tavola, bem familiares;

–  De Portugal alguns como Porto, quinta e dezenas mais;

–  Na Espanha também encontramos inúmeros termos ligados ao assunto, como bodega, cava ou roble;

–  Dos “States” temos o blend;

–  Da América do Sul o chamado vinho reservado.

Ou seja, o vinho é uma cultura universal, com termos globalizados, mas também com muitas particularidades. Mas e o Brasil? Opa! Também temos algumas cartas, não mais escondidas na manga …

E uma delas refere-se não especificamente a um termo, mas sim a uma técnica de produção de vinhos finos e manejo de vinhas, desenvolvida na região Sudeste do país, mais precisamente no estado de Minas Gerais, e que ficou conhecida como DUPLA PODA ou PODA INVERTIDA.

Essa técnica, praticada por pelo menos cinco estados brasileiros (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Goiás) na verdade consiste na alteração do ciclo reprodutivo das vinhas, já que ao invés da colheita da uva ser realizada no verão, quando existe forte possibilidade de incidência de chuvas, as uvas são colhidas (a chamada vindima) no inverno.

Entendendo melhor, na maior parte da região Sudeste (mais ao sul do estado de MG) na época do inverno, ocorre uma amplitude térmica – em breves palavras a variação da temperatura entre o dia e a noite – muito propícia para a colheita de uvas destinadas a produção dos vinhos finos, pois apresenta dias bastante ensolarados em contrapartida a noites mais frias, aliado a um solo também mais seco nessa época.

Esse conjunto de condições resulta quase sempre em uma maior concentração de açúcar e álcool na fruta, permitindo uma produção de vinhos finos de qualidade.

 

 

A dupla poda inicia-se primeiramente com a poda de formação, feita entre os meses de agosto e setembro, quando então os ramos frutíferos surgem e são descartados. Já na segunda poda, também chamada de poda de produção e que é realizada em janeiro quando a maturação novamente se inicia, temos as videiras começando a brotar em fevereiro, florescendo em março e a partir de abril começam a ocorrer a formação dos cachos, para que então no inverno, tenhamos a colheita.

E parece mesmo que essa técnica já guarda algumas curiosidades, como por exemplo com os relatos datados de 1819 do botânico francês August de Saint’Hilaire (ele era um  botânico, naturalista e viajante francês que percorreu os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e conheceu as nascentes do Jequitinhonha e do São Francisco) que comprovou uma relação de superioridade das uvas colhidas no inverno no sul de Minas Gerais, com as colhidas no verão.

Mas muito se deve mesmo ao pesquisador e Coordenador do Programa Estadual de Pesquisa em Vitivinicultura da Epamig – Minas Gerais, Murillo de Albuquerque Regina, que foi o primeiro a aplicar a técnica da dupla poda para produzir vinhos finos, ou seja, com uvas Vitis viníferas (as uvas de origem européia).

Hoje em dia a região produz exemplares com uma grande maioria de cepas destinadas a colheita no inverno, como por exemplo as brancas chardonnay e sauvignon blanc e tintas como merlot, cabernet sauvignon, syrah, tempranillo, pinot noir e cabernet franc. Temos ainda as variedades petit verdot, grenache e mourvèdre! Os espumantes também estão presentes tanto os produzidos pelo método Charmat, como pelo método Champonoise.

Como podemos constatar, dia após dia a vitivinicultura brasileira vem apresentando soluções criativas, estudos aprofundados, técnicas modernas e investimentos tecnológico e humano, para que possamos avançar cada vez mais na produção de vinhos finos e posicionar o Brasil como um grande produtor perante o mercado mundial. E com isso, almejamos alavancar também nosso consumo de vinhos por pessoa, que ao ano não ultrapassa dois litros!

Vamos continuar a desempenhar esse nosso papel de disseminadores da linda cultura do vinho, seja ela proveniente do cultivo tradicional ou da dupla poda.

Assim como já fazem dezenas de produtores que têm tradição, qualidade e valorizam o vinho nacional, como os do Rio Grande do Sul, vamos também valorizar e lembrar que temos excelentes exemplos em Santa Catarina, no Paraná, interior de São Paulo, Vale do São Francisco (principalmente entre a Bahia e Pernambuco), Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso. E num futuro próximo, com muito trabalho e dedicação, poderemos relacionar outros tantos estados produtores mais, que também estarão ajudando a escrever grandes capítulos da história da vitivinicultura nacional.

 

Vinho: vida longa, feliz e saudável

Glossário:

 

AMÉRICA DO SUL

– Vinho reservado: normalmente vinhos de entrada, sem estágio em barricas e prontos para o consumo.

 

ESPANHA

– Bodega: o mesmo que vinícola.

– Cava: denominação de origem para alguns vinhos espumantes da Espanha.

– Roble: significa carvalho.

 

ESTADOS UNIDOS

– Blend: vinhos que possuem mais de um tipo de uva.

 

FRANÇA

– Assemblage: mistura de duas ou mais variedades de uva na produção de um vinho.

– Bouquet: relacionado à complexidade de aromas em vinhos envelhecidos em tanques, barricas de madeira ou mesmo garrafa.

– Brut: classificação de espumantes relacionada à concentração de açúcar medida no vinho.

– Cave: local onde ficam armazenados os vinhos, com temperatura e iluminação controladas.

– Champenoise: método de produção dos Champagnes com a segunda fermentação na garrafa.

– Perlage: borbulhas de gás carbônico principalmente nos espumantes.

– Terroir: conjunto de fatores como solo, subsolo, clima, altitude e o trabalho do homem.

 

ITÁLIA

– Cantina: vinícola em italiano.

– Passito: vinho elaborado através de um método chamado Passerillage, que consiste na secagem das uvas após a sua colheita.

– Vino da Tavola: significa vinho de mesa.

 

PORTUGAL

– Vinho do Porto: vinho fortificado produzido na região do Douro em Portugal.

– Quinta: designa uma propriedade agrícola.

A grande maioria dos termos relacionados ao assunto Vinho, tem sua origem justamente dos países com tradição vitivinícola.

A França com certeza é a campeã, mas muitos termos e palavras também surgiram de países como Itália, Portugal, Espanha, EUA, alguns da América do Sul e outros tantos … e acabaram se incorporando ao vocabulário vinífero, trazendo grande importância para um melhor entendimento da cultura da vinha e do vinho.

Exemplos?

Claro que temos!

* Seus significados/traduções estão ao final do texto, ok!

– Da França, como dissemos, temos vários termos conhecidos como assemblage, bouquet, brut, champenoise (método), perlage, terroir;

–  Da Itália termos cantina, passito, Vino da Tavola, bem familiares;

–  De Portugal alguns como Porto, quinta e dezenas mais;

–  Na Espanha também encontramos inúmeros termos ligados ao assunto, como bodega, cava ou roble;

–  Dos “States” temos o blend;

–  Da América do Sul o chamado vinho reservado.

Ou seja, o vinho é uma cultura universal, com termos globalizados, mas também com muitas particularidades. Mas e o Brasil? Opa! Também temos algumas cartas, não mais escondidas na manga …

E uma delas refere-se não especificamente a um termo, mas sim a uma técnica de produção de vinhos finos e manejo de vinhas, desenvolvida na região Sudeste do país, mais precisamente no estado de Minas Gerais, e que ficou conhecida como DUPLA PODA ou PODA INVERTIDA.

Essa técnica, praticada por pelo menos cinco estados brasileiros (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Goiás) na verdade consiste na alteração do ciclo reprodutivo das vinhas, já que ao invés da colheita da uva ser realizada no verão, quando existe forte possibilidade de incidência de chuvas, as uvas são colhidas (a chamada vindima) no inverno.

Entendendo melhor, na maior parte da região Sudeste (mais ao sul do estado de MG) na época do inverno, ocorre uma amplitude térmica – em breves palavras a variação da temperatura entre o dia e a noite – muito propícia para a colheita de uvas destinadas a produção dos vinhos finos, pois apresenta dias bastante ensolarados em contrapartida a noites mais frias, aliado a um solo também mais seco nessa época.

Esse conjunto de condições resulta quase sempre em uma maior concentração de açúcar e álcool na fruta, permitindo uma produção de vinhos finos de qualidade.

A dupla poda inicia-se primeiramente com a poda de formação, feita entre os meses de agosto e setembro, quando então os ramos frutíferos surgem e são descartados. Já na segunda poda, também chamada de poda de produção e que é realizada em janeiro quando a maturação novamente se inicia, temos as videiras começando a brotar em fevereiro, florescendo em março e a partir de abril começam a ocorrer a formação dos cachos, para que então no inverno, tenhamos a colheita.

E parece mesmo que essa técnica já guarda algumas curiosidades, como por exemplo com os relatos datados de 1819 do botânico francês August de Saint’Hilaire (ele era um  botânico, naturalista e viajante francês que percorreu os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e conheceu as nascentes do Jequitinhonha e do São Francisco) que comprovou uma relação de superioridade das uvas colhidas no inverno no sul de Minas Gerais, com as colhidas no verão.

Mas muito se deve mesmo ao pesquisador e Coordenador do Programa Estadual de Pesquisa em Vitivinicultura da Epamig – Minas Gerais, Murillo de Albuquerque Regina, que foi o primeiro a aplicar a técnica da dupla poda para produzir vinhos finos, ou seja, com uvas Vitis viníferas (as uvas de origem européia).

Hoje em dia a região produz exemplares com uma grande maioria de cepas destinadas a colheita no inverno, como por exemplo as brancas chardonnay e sauvignon blanc e tintas como merlot, cabernet sauvignon, syrah, tempranillo, pinot noir e cabernet franc. Temos ainda as variedades petit verdot, grenache e mourvèdre! Os espumantes também estão presentes tanto os produzidos pelo método Charmat, como pelo método Champonoise.

Como podemos constatar, dia após dia a vitivinicultura brasileira vem apresentando soluções criativas, estudos aprofundados, técnicas modernas e investimentos tecnológico e humano, para que possamos avançar cada vez mais na produção de vinhos finos e posicionar o Brasil como um grande produtor perante o mercado mundial. E com isso, almejamos alavancar também nosso consumo de vinhos por pessoa, que ao ano não ultrapassa dois litros!

Vamos continuar a desempenhar esse nosso papel de disseminadores da linda cultura do vinho, seja ela proveniente do cultivo tradicional ou da dupla poda.

Assim como já fazem dezenas de produtores que têm tradição, qualidade e valorizam o vinho nacional, como os do Rio Grande do Sul, vamos também valorizar e lembrar que temos excelentes exemplos em Santa Catarina, no Paraná, interior de São Paulo, Vale do São Francisco (principalmente entre a Bahia e Pernambuco), Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso. E num futuro próximo, com muito trabalho e dedicação, poderemos relacionar outros tantos estados produtores mais, que também estarão ajudando a escrever grandes capítulos da história da vitivinicultura nacional.

 

Vinho: vida longa, feliz e saudável

Glossário:

 

AMÉRICA DO SUL

– Vinho reservado: normalmente vinhos de entrada, sem estágio em barricas e prontos para o consumo.

 

ESPANHA

– Bodega: o mesmo que vinícola.

– Cava: denominação de origem para alguns vinhos espumantes da Espanha.

– Roble: significa carvalho.

 

ESTADOS UNIDOS

– Blend: vinhos que possuem mais de um tipo de uva.

 

FRANÇA

– Assemblage: mistura de duas ou mais variedades de uva na produção de um vinho.

– Bouquet: relacionado à complexidade de aromas em vinhos envelhecidos em tanques, barricas de madeira ou mesmo garrafa.

– Brut: classificação de espumantes relacionada à concentração de açúcar medida no vinho.

– Cave: local onde ficam armazenados os vinhos, com temperatura e iluminação controladas.

– Champenoise: método de produção dos Champagnes com a segunda fermentação na garrafa.

– Perlage: borbulhas de gás carbônico principalmente nos espumantes.

– Terroir: conjunto de fatores como solo, subsolo, clima, altitude e o trabalho do homem.

 

ITÁLIA

– Cantina: vinícola em italiano.

– Passito: vinho elaborado através de um método chamado Passerillage, que consiste na secagem das uvas após a sua colheita.

– Vino da Tavola: significa vinho de mesa.

PORTUGAL

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– Quinta: designa uma propriedade agrícola.

 

 


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