Selo de Certificação do Vinho

Descobri o prazer de mergulhar no mundo fascinante dos vinhos já há quase três décadas, e foi paixão à primeira taça. Desde então, dedico-me ao conhecimento e aprendizado dessa maravilhosa e fascinante bebida, desvendando a cada dia diferentes sensações e experiências únicas, que só mesmo o vinho é capaz de proporcionar. Consegui aliar o prazer ao trabalho, prestando assessoria, consultoria e hoje desenvolvo cursos na área de vinhos, espumantes e harmonização enogastronômica, fazendo um trabalho inovador, diferenciado e profissional, com destaque ao serviço especializado de vinhos executado pelo sommelier. Saúde!

 

 


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Hoje em dia, mais do que um simples selo, o produtor que busca alguma certificação, encontra nela o reconhecimento fiel da forma como desenvolve seu modo de produção (no caso dos vinhos, desde o local da plantação das uvas até o produto final), como também deseja apresentar um diferencial junto a concorrência, diminuindo sensivelmente a atuação de produtores não certificados e consequentemente resultando numa imagem melhor e mais confiável junto ao consumidor.

O processo de certificação do vinho é longo e complexo, mas basicamente o que precisa ser garantido é uma conformidade de procedimentos e normas técnicas e o efetivo controle dos modos de produção, baseados nas diretrizes estabelecidas para o selo que almeja obter.

Tudo isso de forma ininterrupta, para que efetivamente faça jus a ele.

No caso dos vinhos, também é feito um minucioso levantamento com informações sobre o terroir onde estão localizados os vinhedos, características do solo, clima e temperatura, isso para que se garanta um padrão naquela determinada região, assegurando que de lá sairão vinhos com identidade própria e regional.

A certificação inclui diferentes tipos de selos que podem ser aplicados ao produto vinho, dependendo da legislação de cada país.

 

 

Vamos citar alguns exemplos de certificação de Vinho

em Portugal temos o Vinho de Mesa – VM; Vinho Regional – VR; Indicação de Proveniência Regulamentada – IPR; Denominação de Origem Controlada – DOC;

na França podemos destacar: Vins de Pays, para vinhos regionais; VDQG – Vins Délimités de Qualité Supérieure; Vins d’Appellation d’Origine Contrôlée AOC;

já na Itália destacamos o Vino da Tavola – VDT; Indicazione Geografica Tipica – IGT; Denominazione di Origine Controllata – DOC; Denominazione di Origine Controllata e Garantita – DOCG.

Esses são apenas alguns exemplos, pois a quantidade de Denominações é muito maior, mas o que queremos dizer é que acontece assim com a maioria dos países produtores de vinho, respeitadas suas formas de produção.

 

No Brasil temos o Vinho de Mesa – VM; Indicação de Procedência – IP e Denominação de Origem – DO, lembrando que a região do Vale dos Vinhedos (RS) já é uma DO, enquanto que outras regiões como Pinto Bandeira, Altos Montes, Monte Belo e Farroupilha, todas no Rio Grande do Sul e Vinho de Uva Goethe, em Santa Catarina, já possuem suas IP.

Os Selos de Certificação também podem ser aplicados para os chamados vinhos sustentáveis, ou seja, os vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais.

Esses vinhos que hoje em dia estão com forte tendência de consumo, também buscam os selos principalmente para assegurar ao consumidor que o vinho que ele está adquirindo é proveniente exclusivamente de uma agricultura orgânica.

O selo Orgânico ou Biodinâmico também garante que durante o processo de produção não foram utilizados defensivos químicos, pesticidas ou agrotóxicos, como também assegura a ausência de transgênicos.

Portanto podemos encontrar rótulos de vinhos sustentáveis com Denominações de Origem e também com selos Orgânico ou Biodinâmico!

A partir daí sabemos que trata-se de um produto diferenciado e de superior qualidade.

No Brasil, os selos mais importantes são:

Selo Orgânico Brasil (para produtos orgânicos) e o Selo DEMETER (para produtos biodinâmicos).

Temos inúmeros produtos com certificação e Indicação de Procedência ou Denominação de Origem, certificados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Como exemplo citamos uma das certificações mais recentes, que foi a do café verde, torrado e moído da Região de Pinhal, em São Paulo.

Em relação aos vinhos com certificação Orgânicos, a identificação do selo é feita no próprio rótulo, garantindo um vinho que obedeça às normas e práticas da produção orgânica; já no caso dos Biodinâmicos, o selo internacional DEMETER (que possui representação no Brasil) é que os identifica mundialmente como um produto biodinâmico.

O produto deve cumprir as mesmas exigências estabelecidas para os produtos orgânicos e outras ligadas ao ambiente, à paisagem e à biodiversidade nos vinhedos.

Assunto bom esse, aliás como todos relacionados aos vinhos não é mesmo?

É definitivamente um universo com muitas estrelas ainda a  desvendar …

Vinho: vida longa, saudável e feliz!

 

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