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Como programar e visitar regiões vinícolas, mesmo não sendo um grande especialista em vinhos

O conceito básico deste guia é oferecer ao leitor recomendações e sugestões para que possa programar melhor suas viagens para regiões vinícolas em vários países, mesmo sendo um simples apreciador de vinhos.

Hoje há um novo consumidor, que não tem necessidade de saber tudo sobre vinhos. Só precisa saber o suficiente para poder escolher e apreciar um bom vinho.

Teoricamente, os vinhos mais caros são melhores, porque na maioria das vezes são produzidos com uma seleção especial de uvas e levam um tempo maior na maturação.

Um vinho que fica em uma barrica de carvalho 24 meses tende a ser melhor do que um vinho jovem, que foi engarrafado quase diretamente após a fermentação. Mas isso não significa que esse vinho jovem não seja bom. Aliás, a percepção da qualidade do vinho é muito subjetiva e leva em consideração diversos fatores, inclusive emocionais.

 

No Brasil, escolhemos o vinho pela casta da uva, tanto é que costumo dizer: O BRASI­LEIRO NÃO BEBE VINHO; ELE BEBE A UVA! Aqui escolhemos um Cabernet Sauvignon ou um Carménère do Chile, ou um Malbec ou Cabernet Franc da Argentina, ou mesmo um Tannat do Uruguai.

 

Em outros países, como Fran­ça, Portugal e Itália, a vinícola é fundamental. Na Côte-D’Or da Borgonha, na França, onde a Pinot Noir é a única uva utilizada na produ­ção, a escolha é feita com base na vinícola. O mesmo acontece com o Barolo, em Montalcino e no Douro.

 

Escolhemos o vinho pela uva e também pelo bolso. Mas há algu­mas regras a serem observadas. Há uma regra que diz que, para degustar bem um bom vinho, é preciso de bons tira-gostos, boa companhia e bom papo.  Faço outra recomendação. Com alimentação, no almoço ou no jantar, não há necessidade de tomar um vinho muito especial, um grand crus ou de reserva especial. A prioridade é o sabor do alimento, e o vinho entra como complemento. Pode ser um vinho jovem, um reserva, um colheita, um vinho de boa qualidade.

Se você for beber um vinho mais caro, de reserva especial ou reserva de família, quando o sabor do vinho deve prevalecer, recomendo que o saboreie com bons tira-gostos, como embuti­dos, queijos, patês, sardela e um bom pão italiano. Priorizando a degustação, você pode aprovei­tar e sentir com mais prazer o sabor do vinho.

Se possível, deguste uma garrafa deste vinho especial com um só amigo, se for dois amigos, melhor abrir um outro vinho.

 

Por último, não espere um momento especial para abrir um bom vinho, pois abrir um bom vinho já é, por si, um mo­mento especial.

 

DESCRIÇÃO DO CONTEÚDO DO GUIA

Um dos objetivos do guia é res­ponder a estas questões:

 

  • Como escolher a região a ser visitada?
  • Como programar a melhor época para viajar?
  • Como escolher a vinícola a ser visitada?
  • Como contatar e marcar as visitas às vinícolas?
  • Como escolher entre visitas privadas ou em grupo?
  • Quantas visitas ou degustações você deve ou pode fazer por dia?

 

 

 

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